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No Hunting and No Violence: This Method Allows Farmers to Automatically Capture Millions of Wild Boars in the U.S., While Soil Excavations Try to Contain the Pest in Brazil

Published on 21/06/2025 at 09:39
Armadilha automática e escavação no solo usadas para captura de javalis nos EUA e no Brasil.
Métodos distintos de captura de javalis nos EUA e no Brasil representados em um mesmo cenário rural.
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With The Use of Smart Traps, Cameras, and Fermented Baits, Farmers in The U.S. Control Wild Boar Overpopulation — While In Brazil, Excavation Techniques Gain Strength to Control The Same Threat.

In the United States, farmers have been using a legalized and technological method to capture wild boar on a large scale. With automatic traps, camera monitoring, and baits like fermented corn, millions of animals are contained every year. The strategy, considered effective and safe, has also been adapted in Brazil, where farmers use soil excavations to combat the pest.

The invasion of wild boar is a growing problem in the Americas. Introduced to the continent in the 15th century, these animals have spread across 39 U.S. states, reaching an estimated population of 8.3 million by 2023. Considered one of the hundred most harmful invasive species in the country, wild boar cause destruction to crops, transmission of diseases to pigs, and even attacks on humans. The economic losses exceed US$ 2.5 billion per year.

The American method consists of three main phases: pre-baiting, remote monitoring, and trap activation. Initially, dry corn, vegetable scraps, and molasses are spread in areas frequented by the animals. Cameras with sensors are positioned to track the frequency and behavior of the wild boar without direct human intervention. This stage lasts between one and two weeks and aims to acclimate the group to the location.

Technology and Strategy in The Field Replace Traditional Hunting Methods with High Efficiency

After the habituation phase, an automatic trap is installed with the capacity to contain entire groups — averaging up to 50 wild boars. The trigger is activated remotely via cell phone or computer, allowing synchronized captures without a fuss. The structures, with walls up to 1.5 meters, are reinforced to withstand impacts from the animals, which can weigh over 100 kg and reach speeds up to 40 km/h.

The next phase is disposal. Most wild boars captured in the U.S. are humanely dispatched and sent for processing in licensed slaughterhouses, such as the Broken Arrow farm in Texas, which handles up to 1,700 animals per year. The use of gloves and safety equipment is essential, as wild boars are vectors for more than 30 diseases, including leptospirosis and brucellosis.

In Brazil, the technique has been gaining its own contours. Recently, farmers have started to dig strategic trenches around plantations, creating physical barriers that direct the animals to containment zones. This approach was the subject of a previously published article here on CPG, detailing how excavations are combined with fences and rudimentary traps to prevent crop destruction, especially in the southern part of the country.

Soil Excavations Gain Traction in Brazil as a Viable Alternative for Species Containment

The Brazilian trenches follow a logic similar to that of the U.S.: understand wild boar behavior and induce their movements. In areas where the use of automated traps is still not feasible, excavation has proven to be a low-cost and quick-implementation solution, especially among small and medium-sized farmers.

The major difference between the two countries lies in regulation. While in the U.S. the installation of traps on private properties does not require government authorization, in Brazil, environmental legislation imposes stricter restrictions, requiring registration and often a license from Ibama or the state environmental authority for any type of management or control.

YouTube Video

Nevertheless, the advancement of the problem has led Brazilian authorities to relax regulations and promote awareness campaigns. In regions like Santa Catarina, Paraná, and Mato Grosso do Sul, where the presence of wild boar is more intense, containment efforts have been organized with technical support from public and private entities.

The information was organized from reports from the channel “Chu Fazenda” and content published on websites specializing in invasive fauna and rural management practices in the U.S. and Brazil.

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Paulo
Paulo
27/06/2025 09:44

Finalmente um método de captura de javalis feito por pessoas civilizadas. Infelizmente nós temos o hábito de copiar as piores coisas dos EUA, mas idéias como essa são afastadas por pessoas com um Q.I. limítrofe. Começaram culpando os javalis, agora dirigem seu ódio para as capivaras.

Os caçadores são maus, caçam com armas em calibres que causam sofrimento aos animais e via de regra desrespeitam as leis ambientais haja vista não existir fiscalização efetiva. O governo inclusive está pensando em proibir a caça de javalis pois claramente ela não deu resultado.

É isso que precisa ser feito, proibir a matança indiscriminada desses pobres animais, capturá-los e dar uma destinação racional para eles.

Repito: a caça não deu resultados, não diminuiu a população de javalis e precisa ser proibida pelo governo federal. Somente a captura sistematizada e inteligente poderá conter a invasão dos javalis que, uma vez abatidos conforme as normas sanitárias, poderão servir como fonte de proteína para a merenda escolar.

Verdade sempre
Verdade sempre
Em resposta a  Paulo
27/06/2025 14:11

Faltou oferecer a sua casa para abrigar estes “pobres animais”.

Milton Milton
Milton Milton(@miltonmotta38)
Trusted Member
Em resposta a  Paulo
28/06/2025 08:57

Que vergonha cara, é uma praga! O bicho é invasor está acabando com nossas lavouras, é como se alguém abrisse sua geladeira sem sua permissão e comer tudo, tem que exterminar esses javalis logo, somos pais que trabalha com agropecuária e agronegócio, se liga!

Marcio Guida Alves
Marcio Guida Alves
26/06/2025 23:15

Captura e faz o que com eles depois, coloca pra adoção? Pelo amor de Deus, o bicho é uma praga!

carlos
carlos
25/06/2025 23:32

acho que a pessoa que escreveu essa reportagem até tem boa intenção… mas nunca presenciou o ataque brutal de um javali á um cordeiro , terneiro ou outro **** de pequeno e médio porte… o **** é mastigado vivo… sem falar na devassa de ninhos de aves terrestres ovos e filhotes são consumidos vorazmente, e tem o risco para moradores que tem crianças e animais de estimação, essa foto usada na matéria não corresponde á realidade de um **** selvagem encerrado em uma armadilha, a violência com que tentam romper as estruturas utilizadas é de dar medo. com o passar dos anos eles perderam o medo das pessoas , e isso o torna ainda mais perigoso, conselho… vá para o YouTube.. pesquise sobre ataques á pessoas… minimizar e glamorizar o risco de lidar com esses animais só aumenta a desinformação dos riscos para os leigos.

Felipe Alves da Silva

Sou Felipe Alves, com experiência na produção de conteúdo sobre segurança nacional, geopolítica, tecnologia e temas estratégicos que impactam diretamente o cenário contemporâneo. Ao longo da minha trajetória, busco oferecer análises claras, confiáveis e atualizadas, voltadas a especialistas, entusiastas e profissionais da área de segurança e geopolítica. Meu compromisso é contribuir para uma compreensão acessível e qualificada dos desafios e transformações no campo estratégico global. Sugestões de pauta, dúvidas ou contato institucional: fa06279@gmail.com

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