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Labor Shortage Reaches Supermarkets and Forces Permanent Closures on Sundays

Written by Alisson Ficher
Published on 15/11/2025 at 20:52
Supermercados do Espírito Santo deixarão de abrir aos domingos em 2026 devido à falta de mão de obra e novas regras da convenção coletiva.
Supermercados do Espírito Santo deixarão de abrir aos domingos em 2026 devido à falta de mão de obra e novas regras da convenção coletiva.
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Supermarkets in Espírito Santo Will Have Significant Changes in 2026 After Collective Agreement Redefining Schedules, Operations, and Work Routine Amid Labor Shortage in the Sector.

Starting from March 1, 2026, supermarkets and construction material stores in Espírito Santo will no longer open on Sundays.

The decision is part of the Collective Labor Agreement 2025-2027 and was formalized between employer entities and unions in light of the growing difficulty of maintaining full teams on weekly schedules.

According to a report published by A Gazeta, the Sunday closure was adopted as a direct response to the lack of available workers to meet the intense routine of the food retail sector, especially on weekends.

Sunday Closures and Testing Period

The agreement establishes that the closure will apply from March 1 to October 31, 2026, repeating a model applied in the state between 2009 and 2018.

According to A Gazeta, the calendar was defined to take effect after the peak shopping season, marked by summer and holidays.

The measure is part of the Collective Labor Agreement signed on November 13, which sets rules for the commerce of goods, services, and tourism throughout the state.

The Fecomércio-ES reported that this interval will be an experimental phase and may be reviewed during the negotiation of economic clauses scheduled for November 2026.

A Gazeta’s publication also highlighted that employer entities see the Sunday closure as a way to reorganize schedules, reduce overtime, and try to alleviate the burden on teams.

Labor Shortage and Impact on the Sector

The movement occurs while Espírito Santo records some of the lowest unemployment rates in history.

Still, the food retail sector faces difficulties in filling job openings.

During the Acaps Trade Show, entrepreneurs reported about 6,000 open positions with insufficient candidates.

According to A Gazeta’s investigation, supermarket chains state that workers’ reduced willingness to work on Sundays and holidays has worsened the problem, especially on the busiest days for the sector.

Business owners interviewed by the newspaper also mentioned that other sectors have begun offering more attractive schedules, which has increased competition for professionals and reduced the competitiveness of positions offered by supermarkets.

What May or May Not Operate on Sundays

The restriction applies to supermarkets, hypermarkets, cash-and-carry stores, fruit and vegetable markets, grocery stores, and construction material establishments, including units located in shopping centers.

These locations can only resume Sunday operations after October 31, 2026, unless a negotiated change occurs later. However, some activities remain permitted.

Bakeries, butcher shops, and street commerce can operate normally, as they do not belong to the same category outlined in the collective agreement.

Small family-run establishments operated without registered employees are also not subject to the restrictions.

According to A Gazeta, even the authorized segments usually adopt reduced hours on Sundays, except during periods like the day before holidays and year-end, when activity intensifies.

New Unified Agreement for Espírito Santo

The new agreement also marks the creation of a unified document for all of Espírito Santo, a first in the state.

The agreement includes the participation of Provarejo, the union representing retail in Cachoeiro de Itapemirim, consolidating a unique set of rules for business practices in Espírito Santo.

In addition to the rules on Sunday openings, the document defines economic conditions such as 7% salary adjustment, minimum wage of R$ 1,650, and meal assistance of R$ 150 for companies with five or more employees.

Specific sectors will also need to offer benefits such as life insurance and medical and dental assistance.

For workers, the Sunday rest is seen as an advance in working conditions and a possible strategy to reduce turnover in the sector.

Companies believe that the Sunday break can reorganize costs, improve personnel management, and balance the pace of operations in a sector marked by high demand and intense competition.

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Pedro
Pedro
23/02/2026 18:59

A atual geração de jovens parece ter percebido uma coisa que as anteriores não perceberam. Nós vivíamos um sonho que não era o nosso. O sonho americano, com uma casona, carrão na garagem e outras coisas vendidas por esse modelo importado. Alguns até conseguiram chegar a isso em gerações anteriores quando as coisas eram mais fáceis e não havia tanta disputa por trabalho e havia melhores oportunidades. Com o tempo isso foi piorando. O jovem hoje se deu conta que se ele trabalhar de CLT a vida toda não consegue comprar uma casa nem carro, só vai pagar contas por uma vida inteira. As empresas também não valorizam mais o funcionário como em gerações anteriores onde a pessoa trabalhava a vida inteira e se aposentava na mesma empresa. Hoje por qualquer contingência o funcionário é demitido sem a menor cerimônia. Não há mais a relação empregador e empregado de antigamente. Isso explica muito o porquê das pessoas não vestirem mais a camisa das empresas em que trabalham e o fato de estarem sempre mudando de emprego em busca de melhores oportunidades. Ou seja aquela relação de trabalho tradicional que existia em décadas anteriores simplesmente ruiu. O jovem hoje privilegia menos o seu crescimento profissional e mais o seu tempo livre e o seu lazer mesmo que isso lhe traga menos retorno financeiro. Quando você já entra num mundo onde sabe que não conseguira obter aquilo que seus pais e avós conseguiram, suas ambições começam a ser outras, menos materiais, mais ligadas à qualidade de vida. Então muitos preferem trabalhar por conta própria sendo MEIs, autônomos, etc, tendo uma fonte de renda que lhe permita ter uma vida mais flexível e menos subserviente a patrões, diretores e supervisores. Muitos irão criticar essa postura, mas o fato é que nenhuma geração é igual à outra. O homem não veio ao mundo trabalhando 8 horas por dia, nem fazendo horas extras pra amealhar dinheiro. Nós fomos inventando isso ao longo dos tempos, mudando nossos hábitos, nossos conceitos sobre o que é o sucesso, ou como esse sucesso traz a percepção de satisfação pessoal e qualidade de vida. E agora isso começa a mudar novamente no sentido contrário. As pessoas querem ter mais tempo livre, mais flexibilidade menos ambições materiais. Tenho mais de 50, minha casa, meu carro e vivi nesse modelo do que era ser bem sucedido em décadas anteriores mas entendo perfeitamente as novas gerações, sua nova realidade e seus novos anseios

Marcio lucio
Marcio lucio
23/11/2025 08:51

A resposta para isto é bem Simples,o setor paga se muito mau,mais muto mau mesmo,com carga horaria extensa,pressão pisicologica constante e detalhe sem nenhum beneficio.Sou de BH o maior supermercado de MG paga um salario minimo para os Funcionarios,e dono compra um time futebol e paga 2 milhoes para jogador.Para resolver a questão é so os empresarios reduzir um pouquinho a vida luxosa que levam e pagar um pouco mais os empregados.Isto eles não fazem mais reclamar do trabalhador ,do governo e sonegar impostos sao mestres.

Lucicléia Honorato dos Santos
Lucicléia Honorato dos Santos
22/11/2025 22:09

Se o governo não explorasse os empresários, com certeza sobraria melhor p salário deles. FGTS, Férias, 13o, 14o, vale refeição, vale combustível, vale transporte, plano de saúde…..e aí vai, todos com carga de impostos absurda. Salário sobra o mínimo, depois dos impostos.

Lito
Lito
Em resposta a  Lucicléia Honorato dos Santos
23/02/2026 19:13

Os tributos pagos no Brasil pelas empresas estão dentro da média mundial, pare de papagaiar coisas que você vê no whatsapp

Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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