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Reasons Not to Mess With the U.S. Army

Published on 01/12/2024 at 23:10
Updated on 01/12/2024 at 23:11
Exército dos EUA
Foto: Reprodução
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The US Army Is Known As One of the Most Powerful in the World. Discover the Main Reasons Why It Is So Respected and Feared Globally.

The United States has a long history of military dominance, especially after the end of the Soviet Union in the 1990s, when this American might became even greater. Since then, the US has maintained its status as a superpower, with unmatched military might.

But what makes the US Army such a powerful force against its adversaries? In this article, we explore five reasons why you should not mess with the US.

The United States Army

The US Army is much more than just a large number of soldiers. It is a force composed of cutting-edge technologies, efficient combat operations, and a power projection capability that no other country can match. Its military power is the result of years of strategic investments and technological advancements.

Factors That Ensure US Military Power

Several factors contribute to the military superiority of the United States, such as air force dominance, naval strength, ballistic missiles, and precision weapons. Let’s see how each of them contributes to the US military strength.

Air Force: The US Air Force is the largest and most advanced in the world. With over 5,300 aircraft, including stealth fighters F-22 and F-35, it ensures air superiority in any conflict. Additionally, the US has led the development of stealth aircraft, which are practically invisible to radar.

Naval Force: With 11 nuclear aircraft carriers, the US Navy controls the world’s oceans. These carriers can carry up to 70 aircraft, projecting power in an unparalleled way. Along with a fleet of cruisers, submarines, and destroyers, the US Navy ensures that its presence is felt in any sea.

Intercontinental Ballistic Missiles (ICBMs): The US Army has a vast arsenal of ballistic missiles, including more than 400 Minuteman III ICBMs. These missiles can hit any point on the planet with lethal accuracy. With advanced reentry systems and multiple target capabilities, they are among the most powerful weapons in the US arsenal.

Precision-Guided Munitions: Precision-guided munitions (PGMs) have transformed the way wars are fought. Using GPS technology, these weapons hit their targets with extreme accuracy. During the Gulf War, they accounted for 75% of successful strikes, proving their effectiveness on the battlefield.

Drones: Drones have become an essential part of US military operations. Initially used for surveillance, they have evolved into powerful weapons. The US plans to further increase its drone stock, which are ideal for reconnaissance missions and precision strikes, with reduced risk to military personnel.

The US Army is undoubtedly the most powerful in the world. Its Air Force, Navy, missile arsenal, and use of drones are just a few of the factors that make its military strength unmatched.

Any country that dares to challenge the US will have to face an unbeatable military machine. The United States’ dominance in the military arena ensures that its superpower status continues for many years.

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José Dorinaldo Santos Lemos
José Dorinaldo Santos Lemos
06/12/2024 04:59

Nada que o poderio atômico da Rússia, não possa destruir.

Hadade
Hadade
06/12/2024 01:58

*Os Estados Unidos da América hoje tem um bando de garotos mimados e gordos viciados em MacDonald e coca-cola, os homens de verdade já estão velhos ou morreram, ou doentes mentais igual Biden **** genoci da, Estados Unidos nunca ganhou uma guerra de verdade ele soltou uma bomba atômica na covardia contea p japao e perdeu no Vietnã, um dia a conta deles vão chegar*

Mario
Mario
Em resposta a  Hadade
06/12/2024 09:31

Correto. Os EUA tem cerca de 750 bases militares espalhadas pelo mundo em aproximadamente 80 países.
Fonte: David Vine, prof. Antropologia Política na American University, Washington DC-EUA. Não há nenhum estudo que conteste essa informação.
Outros países com bases militares fora de seus territórios são:
O Reino Unido tem 145.
A Rússia tem entre 12 e 36.
A China tem 1 na África.

Alexandre Casemiro de Almeida
Alexandre Casemiro de Almeida
03/12/2024 12:22

E isso lá é motivo para eles invadirem países mundo afora? É motivo para eles matarem milhões de pessoas pelo mundo? É motivo para ameaçarem os países que discordam da visão de mundo deles?

Paulo Roberto Alves
Paulo Roberto Alves
Em resposta a  Alexandre Casemiro de Almeida
03/12/2024 16:10

Cala essa sua boca comunista cossaco do xi gin pinga filhote do anti Cristo

Mario
Mario
Em resposta a  Paulo Roberto Alves
06/12/2024 09:30

Paulo… quanta ign0ran€ia de mais um adorador dos EUA. Ninguém precisa ser comunista para discordar de coisas óbvias. Sabe-se há muito tempo que os EUA, em especial após a 2a. GM, teve forte influência em inúmeros g0lpes de estado e participou direta ou indiretamente de invasões em outros países. Pesquise no Google “Envolvimento dos Estados Unidos em mudanças de regimes”. Tem até na Wikipedia. ESTUDE!

Jonga
Jonga
Em resposta a  Alexandre Casemiro de Almeida
04/12/2024 10:51

Casimiro vc estudou? Parece que não.qual pais os EUA invadiu? Vc é **** ou ****? Tudo é a mesma coisa

Mario
Mario
Em resposta a  Jonga
06/12/2024 09:30

Jonga… que se esconde atrás de apelido… Você é sem dúvida muito ign0r@nte ou um idi0t@ útil acostumado a se alimentar de uma dieta de fake news de whatsapp e/ou telegram do **** f@sc!st@ bols0narist@…
Segue a lista de países literalmente invadidos por soldados dos EUA, ou que sofreram todo tipo de interferência direta ou indireta nas quedas de seus governos (golpes de estado fornecendo dinheiro e/ou armas), principalmente por ações (a partir de 1947) da CIA:
1893 – Reino do Havaí
1898 – Cuba e Porto Rico
1899 – Filipinas
1903 – Panamá
1900/1920 – Honduras
1916/1924 – Repúb. Dominicana
1941 – Panamá
1945/1950 – Coréia do Sul
1946/1949 – China (Taiwan)
1946/1949 – Grécia
1947/1970 – Itália
1949/1956/1957 – Síria
1952 – Egito
1953 – Irã
1954 – Guatemala
1955/1960 – Laos
1957/1959 – Indonésia
1958 – Líbano
1959 – Iraque
1960 – Congo
1960 – Laos
1960 – Cuba
1961/1964 – Brasil
1963 – Iraque
1963 – Vietnã (Derrota/EUA)
1965/1966 – Repúb. Dominicana
1965/1967 – Indonésia
1967 – Grécia
1971 – Bolívia
1972/1975 – Iraque
1973 – Chile
1979/1989 Afeganistão
1980/1989 – Polônia
1980/1982 – El Salvador
1982/1989 – Nicarágua
1983 – Granada
1989 – Panamá
1991 – Kuwait
1994/2000 – Iraque
1997 – Indonésia
2000 – Iuguslávia
2003/2011 – Iraque
O caso do Vietnã se bobear, até criança no 1° grau escolar sabe…
O conhecimento liberta… Estude e pare de ser ****…

Joaquim Vicentini
Joaquim Vicentini
Em resposta a  Jonga
07/12/2024 08:47

Invadiu granada, república dominicana, Cuba baia dos porcos, Iraque procurando armas de “”destruição”” em massa, de araque é claro, não tinha nada, Afeganistão e vietnam, onde tomou uma surra dos vietcongs de ho chi mim e perdeu a guerra, além de no passado ter roubado a poder do colt 45 e winchester metade dos territórios do México ao norte Texas, Califórnia Flórida novo México colorado e outros. Só pra citar os principais.

Rubens
Rubens
Em resposta a  Alexandre Casemiro de Almeida
06/12/2024 04:36

Quem invadiu país vizinho e trouxe tensão para o mundo foi a Rússia . Quem ameaça invadir o Brasil é a Venezuela , parece que os países **** estão querendo testar este poderio americano.

Mario
Mario
Em resposta a  Rubens
06/12/2024 09:31

Não apoio a invasão russa, mas em contrapartida você sabia que a Ucrânia tinha/tem uma grande quantidade de grupos neon@zist@s?? Em especial próximo da fronteira com a Polônia?Acha que a Rússia ficaria sem fazer nada, ao ver que praticamente todos os países fronteiriços entraram para a OTAN?
PS: Venezuela não tem condições reais de invadir o Brasil.
Isso é e muita viagem de teórico de conspiração.

Renato Ferreira da Silva
Renato Ferreira da Silva
Em resposta a  Alexandre Casemiro de Almeida
06/12/2024 20:41

Não entende do assunto, fica calado para passar vergonha.

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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