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Relationship With the U.S. in Question: Brazil Approaches the United Arab Emirates as an Ideal Partner for Developing Missiles and the Defense Industry

Written by Carla Teles
Published on 08/09/2025 at 21:53
Relação com os EUA em xeque Brasil se aproxima dos Emirados Árabes como parceiro ideal para desenvolver mísseis e a indústria de defesa (1)
Descubra por que o Brasil se aproxima dos Emirados Árabes na indústria de defesa. Entenda a estratégia, os investimentos de R$ 3 bilhões e como a parceria busca reduzir a dependência dos EUA.
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Amid Tensions With Washington, Brazilian Government Boosts Ties With Edge Conglomerate, Which Has Already Invested BRL 3 Billion and Sees the Country as a Strategic Hub in Latin America.

In light of the tensions in diplomatic relations with the United States, Brazil has sought to diversify its trade partners in the defense industry. In this scenario, the United Arab Emirates emerges as the favorite candidate to enhance cooperation. The strategy does not aim for a complete replacement of American products, but rather to reduce dependence and broaden the range of strategic suppliers.

A Strategic Diversification for National Defense

Brazilian authorities and military officials consider it impossible to completely replace the U.S. defense industry. However, the pursuit of new alliances is seen as fundamental. The goal is clear: to decrease dependence on a single supplier and strengthen national sovereignty. Closer ties with the United Arab Emirates represent a concrete step in that direction, facilitated by relationships that have already been solidifying.

The Market Opportunity in the View of the United Arab Emirates

The distancing between Brazil and the United States is seen as a business opportunity. Hamad Al Marar, CEO of the Edge Group, one of the largest defense conglomerates in the world, confirmed this perception. “100% (it can be an opportunity). Relations go up and down,” he stated. He emphasized that when there are tariffs or barriers, his company can position itself more competitively by offering “the right proposal, the appropriate delivery schedule, and a fair price.”

Billion-Dollar Investments That Overcome National Challenges

The business environment in the Brazilian defense sector is considered complex. Military officials point to a budget below what is necessary and low predictability of resources. However, such factors do not seem to be a problem for the United Arab Emirates. The Edge Group, for example, does not see the budgetary issue as a barrier, focusing its strategy on investing in national projects that already have a certain degree of development.

Consolidated Partnerships and the Advancement of the Edge Group in Brazil

In less than three years, the Edge Group, headquartered in Abu Dhabi, has already invested about BRL 3 billion in Brazil. The company purchased 51% of Condor Non-Lethal Technologies and 50% of SIATT, specializing in smart weapons. Additionally, it has established a crucial partnership with the Brazilian Navy for the development and production of the National Anti-Ship Missile (MANSUP), with commercial exploration rights and royalty payments to the Navy.

Brazil as a Platform for Expansion in Latin America

The CEO of the Edge Group reinforced Brazil’s strategic role in the region. The company sees the country as a potential “showcase” of success for expanding its business throughout South America. Hamad Al Marar praised the Brazilian workforce, especially engineers, who are considered highly skilled. He concluded that partnerships will not be limited to the military budget, encompassing projects in cybersecurity, national security, and even the space sector, showcasing the vast interest of the United Arab Emirates in the Brazilian market.

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Souza
Souza
10/09/2025 22:58

Trocando seis por meia dúzia já que os Árabes são apaixonados pelos EUA, e são ” marionetes”. Apesar de terem tanto poder , não sabem agir por conta própria sem depender dos EUA como sempre. Caso os EUA queira algo ou forçar alguma coisa, eles o farão através dessas empresas Árabes que tem como sócios justamente os estadunidenses.

Caixeta
Caixeta
10/09/2025 10:47

Tio San,virou vovo

Aldenir
Aldenir
10/09/2025 05:42

O Brasil está no caminho certo, tem de entender que o maior inimigo são os EUA, que não querem deixar o Brasil se tornar uma potência. Os BRICs é o melhor caminho que o Brasil tem para percorrer, é a essência do Brasil, somos diferentes de americanos e europeus, não nascemos para estar no Grupo do bolinha conspirando contra o resto do mundo. O Brasil nasceu para fazer negócios com todos, absorver várias culturas, ter um Mac Donald’s, assim como produtos chineses, russos, e de toda parte do mundo. – os EUA não encantam mais o Brasil, os super heróis envelheceram, perderam o brilho, a música americana não é mais a mesma, os carros não são mais os mesmos, as casas sem cerca deixaram de ser cobiça brasileira, temos tudo de igual ou mais interessante. Portanto para não sofrer ameaças americanas tem de investir em armamentos de destruição em massa, assim como fazem os EUA. **** que dá em Chico também dá em Francisco. Bora Brasil, o Lula é o Cara!

Rudi_o_rude
Rudi_o_rude
Em resposta a  Aldenir
10/09/2025 21:16

Os heróis americanos estão muito mais alinhados com o ” capitão Patria” nos tempos do “tio Trump”, que trocou a tradicional cartola com listas e estrelas por uma de cor laranja…

Macedo
Macedo
Em resposta a  Aldenir
11/09/2025 19:14

Linda sua fala
Só q ****.
Ampliar essas alianças
só causa maior dependência
Fragmentada pelos lobos a procura da caça.
Com desejos de potencializar os interesses próprio.

Leandro
Leandro
Em resposta a  Aldenir
12/09/2025 19:27

Não entendi, somos diferentes? Tomamos o Brasil dos índios, somos colonizadores, em sua maioria europeu. Está de mau com sua origem?

Carla Teles

Produzo conteúdos diários sobre economia, curiosidades, setor automotivo, tecnologia, inovação, construção e setor de petróleo e gás, com foco no que realmente importa para o mercado brasileiro. Aqui, você encontra oportunidades de trabalho atualizadas e as principais movimentações da indústria. Tem uma sugestão de pauta ou quer divulgar sua vaga? Fale comigo: carlatdl016@gmail.com

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