A indústria paulista vive um momento de forte expansão. Foram R$ 82,7 bilhões em investimentos, o dobro do ano anterior. O setor automotivo puxou os aportes, impulsionando inovação, geração de empregos e modernização das unidades produtivas no estado.
Os investimentos na indústria paulista mais que dobraram em três anos. Entre 2022 e 2024, o volume chegou a R$ 82,7 bilhões. O setor automotivo foi o principal motor desse crescimento.
Setor automotivo lidera aportes
Segundo a Fundação Seade, o setor automotivo mais que triplicou seus investimentos no período. O foco está na modernização das fábricas e na produção de veículos híbridos e elétricos. A tendência segue o rumo mundial de inovação e sustentabilidade.
Montadoras como Volkswagen, Toyota e Great Wall Motors (GWM) somam juntas mais de R$ 34 bilhões em novos aportes. As empresas estão apostando pesado em tecnologia limpa e eficiência energética. O objetivo é atender a novas demandas do mercado e reduzir impactos ambientais.
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Hyundai sells an executive minivan that looks like a VIP room on wheels: Custin carries 7 people, uses a 1.5 turbo engine with 168 hp, 8-speed automatic transmission, and costs around R$ 157,000 in direct conversion in Vietnam.
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The 7-seater Toyota that seems too cheap to exist in Brazil: Rush has a 1.5 engine, manual or automatic option, and a converted price close to R$ 81,000, while here families need to aim for much more expensive SUVs.
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The 2012 Mitsubishi Pajero Dakar diesel shows 314,000 km and still draws attention for its reputation for durability; the seven-seater 4×4 SUV handles trails, but signs of severe use may conceal losses for used car buyers.
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Peugeot publicly acknowledged the errors of the PureTech engine, which caused serious failures in hundreds of thousands of cars, and introduced the new Turbo 100 as a definitive solution, a 1.2 turbo tested for over 3 million kilometers that replaces the faulty belt with a more durable chain.
“A indústria automotiva tem investido fortemente na ampliação e modernização de suas fábricas”, afirma Margarida Kalemkarian, pesquisadora da Fundação Seade. Para ela, o movimento reflete a adaptação às novas exigências globais.
Outros setores também avançam
O setor de celulose e papel também teve alta, com R$ 8,3 bilhões investidos. A Bracell é um dos destaques nesse segmento. Já o setor de bebidas somou R$ 2,5 bilhões em aportes. A Heineken lidera com a ampliação de unidades em Jacareí, Araraquara, Itu e Campos do Jordão.
Campinas foi a região que mais recebeu investimentos, com R$ 26,7 bilhões. Depois vêm Sorocaba (R$ 14,8 bi), Bauru (R$ 9 bi) e a Grande São Paulo (R$ 6,7 bi). Os investimentos inter-regionais chegaram a R$ 21,2 bilhões.
Papel estratégico de São Paulo
Esses números mostram a força de São Paulo na indústria nacional. O Estado segue como polo de inovação, geração de empregos e desenvolvimento.
A Fundação Seade, que produz os dados, atua há mais de 40 anos analisando a realidade socioeconômica paulista.

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